Palavras ao vento

terça-feira, 21 de setembro de 2010



"Não me prendo a nada que me defina.
 Sou companhia, mas posso ser solidão, pedra e coração.
Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, preguiça e sono, música alta e silêncio.
Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser.
 Não me limito, não sou cruel comigo!
 Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer.
Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato.
Ou toca, ou não toca."

Um comentário:

Sandra Botelho disse...

Clarice é maravilhosa...
Bjos achocoaltados

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